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No setor hoteleiro, uma iluminação atrativa e eficiente é essencial para o conforto e satisfação do cliente. Contudo, a iluminação representa entre 10 a 20% da energia total (podendo até atingir os 40%), o que a torna numa área prioritária para a redução de consumos energéticos.

Apesar da necessidade de alguns espaços estarem iluminados 24h por dia, a implementação de sistemas de controlo de iluminação, e a instalação de luzes mais eficientes, permite uma redução de custos que poderá atingir os 50%.

Assim sendo, a aplicação de práticas de eficiência energética e o uso criterioso do controlo da iluminação podem melhorar o fornecimento deste serviço nas áreas comuns, no ambiente para o bar, na segurança, nos parques de estacionamento e na sinalização.

Para reduzir e controlar os consumos energéticos podem ser utilizadas várias abordagens em conjunto. Um dos melhores exemplos é a promoção de uma política de sensibilização para a eficiência energética junto dos clientes e funcionários do hotel, associada à instalação de iluminação de baixo consumo, sensores de ocupação e sensores diurnos.

As boas práticas de uma política de sensibilização assentam no princípio que a iluminação deve apenas estar ligada quando é necessária. No entanto, é essencial que a iluminação de corredores e escadarias do hotel, por exemplo, seja adequada, de forma a conseguir responder a todas as necessidades dos clientes.

Na instalação de iluminação de baixo consumo, as lâmpadas standard deverão ser substituídas por lâmpadas fluorescentes compactas (CFL) ou LEDs. As primeiras consomem menos 75% de energia, produzem menos calor indesejado e duram 8 a 10 vezes mais que as tradicionais. Já as LEDs utilizam até menos de 80% de energia e possuem mais de 50 000 horas de utilização.

Quanto aos sensores de ocupação, estes ajudam a assegurar que a iluminação seja apenas ativada quando houver efetivamente necessidade de o fazer. Aqui, as poupanças poderão atingir entre os 30 a 50%, sendo os sensores particularmente úteis em arrecadações, caves, sanitários, etc.

Por sua vez, os sensores de dia controlam a iluminação artificial quando existe suficiente luz natural para utilizar no hotel. Ao longo de um ano, com as variações horárias da luz solar, os sensores de dia conseguem atingir poupanças substanciais e habitualmente o seu investimento é pago em menos de um ano.

Uma solução de monitorização e gestão remota do consumo de eletricidade pode ser conjugada com todas as medidas referidas anteriormente, de modo a maximizar a poupança através do controlo da iluminação em espaços desocupados, gestão dos tarifários de energia e determinação das metas de poupança consoante os objetivos e necessidades da unidade hoteleira.

 

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